Cerimônia de Assinatura do Acordo de Paris

A cerimônia ocorreu hoje (sexta-feira, 22/4) na sede da ONU, em Nova York, na qual esteve presente a presidente Dilma Roussef. O pacto sobre o clima prevê um esforço global coordenado entre os países contra mudanças climáticas e eventos extremos.

cerimônia
Líderes mundiais reunidos para a assinatura do acordo de Paris.

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Foram esperados mais de 150 países para a assinatura, entre eles estão as nações que mais emitem gases do efeito estufa, como Estados Unidos, China, Japão, Índia e vários países da União Européia. O acordo de Paris é um documento que foi discutido durante a COP21 ( 30/11/2015 - 12/12) e firmado no último dia do evento.

Não há mais dúvida em relação a responsabilidade das atividades humanas nas mudanças climáticas. A queima dos combustíveis fósseis, usados nessas atividades, emitem os gases para atmosfera e deixam o planeta cada vez mais quente. Começa agora o fim da era dos combustíveis fósseis e a ascensão das energias limpas. 



Até o final da cerimônia, 175 países tinham assinado o acordo, o que já aponta um despertar sobre a crise ambiental e uma mudança de mentalidade rumo a um mundo melhor. O grande número de países representa um recode para a ONU, já que nunca antes ouve um número maior de líderes de países assinando uma convenção internacional logo no primeiro dia em que foi aberta para que as nações comecem aderir. Porém, para que o acordo sobre as mudanças climáticas vigore, os países precisam ratificar o texto internamente, isso significa que os respectivos parlamentos aprovem o texto. EUA e China, por serem os países mais industrializados, são também os que mais poluem e já enviaram avisos de que ainda este ano agirão para reverter a situação.

Os discursos de líderes mundiais ressaltam o sentimento de urgência de ação contra o aquecimento global, que tem impacto mais nocivo nos países insulares, já que o principal efeito é o aumento do nível do mar e estes são pedaços de terra isolados no meio do oceano. "Estamos em uma corrida contra o relógio, nosso futuro e o das próximas gerações depende dos progressos rumo a uma economia baixa de emissões carbono" alertou o secretário geral da ONU, Ban Ki-Moon


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